A Observador procura o mesmo público da TSF (jovens-adultos, classes A, B e C1, quadros médios e superiores) e por isso são concorrentes.
A Observador é uma rádio de informação com notícias de meia em meia hora e horas sem música, por isso são concorrentes.
Dito isto, a Observador parte com duas desvantagens (além da notoriedade):
- a redação é menor do que a da TSF (apesar da soma da rádio com os jornalistas do site resultar em mais jornalistas do que os da TSF, não acredito que os do site 'pensem' na rádio - mas veremos)
- a rede de emissores é, mesmo quando surgirem no Porto, e continuará a ser, menor (apesar da escuta online, no carro isso ainda não é uma alternativa).
A Observador será uma ameaça à TSF?
No imediato não acredito.
Se tudo correr muito bem, a Observador precisará de um a dois anos para ter 1%.
Se esse 1% for conseguido à custa da TSF, isso representará um problema para a TSF.
A TSF tem pela primeira vez concorrência.
Há novos desafios pela frente, penso.
Pela primeira vez existe um projeto radiofónico claramente alternativo à TSF, o Observador. Neste blogue vou juntando ideias sobre as duas rádios. PS - fui jornalista da TSF durante 25 anos.
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